Origem da Moeda

São Paulo, São Paulo, Brazil
A história da moeda está intimamente ligada à história do dinheiro e das trocas comerciais, especialmente no que diz respeito à passagem de uma economia baseada na troca direta para outra baseada na troca indireta (também chamada de monetária). As moedas metálicas surgiram por volta de 2000 a.C., mas, como não existia um padrão e nem eram certificadas, era necessário pesá-las antes das transações e verificar a sua autenticidade. Só por volta do século VII a.C. é que se procedeu à cunhagem das moedas. Foi a partir do dracma de Atenas que se difundiu por todo o mundo a moeda metálica.
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de janeiro de 2016

25 Centavos (1995) - 50 anos da FAO

Em 31 de maio de 1995, na celebração dos 50 anos da Food and Agriculture Organization - FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura de Alimentação), o Banco Central do Brasil lançou uma moeda comemorativa de 25 centavos, com tiragem de 1 milhão de exemplares.


O anverso mostra a cena de cultivo de vegetais e as legendas "BRASIL", "FAO 1945 - 1995" e "ALIMENTOS PARA TODOS". O reverso permaneceu inalterado.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Todas as cédulas do País desde 1942

O Banco Central anunciou que as novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 entram em circulação no País no segundo semestre de 2013. A chamada Segunda Família de cédulas foi lançada em fevereiro de 2010 com o objetivo de evitar falsificações. De acordo com o BC, as cédulas da Primeira Família do real continuarão valendo até a substituição integral.


As novas notas têm tamanhos diferentes das antigas, sendo que a de R$ 2 é a menor delas, com 12,1 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Já a de R$ 5 tem 12,8 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Todas as cédulas da Primeira Família do real tinham 14 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Segundo o BC, além dos tamanhos diferenciados, as novas cédulas possuem elementos de segurança mais modernos e mais fáceis de verificar.

As notas de R$ 50 e R$ 100 foram lançadas ainda em 2010, porque, segundo o governo, as antigas eram mais suscetíveis à falsificação. Já as cédulas de R$ 10 e R$ 20 entraram em circulação em julho de 2012. Com a chegada das notas de R$ 2 e R$ 5, a Segunda Família estará completa, fechando o ciclo das antigas notas do real, lançadas em 1994.

Confira todas as cédulas que circularam pelo País desde o cruzeiro, em 1942, passando por cruzeiro novo, cruzado, cruzado novo, cruzeiro real e real.

COMEÇAR >>

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Todas as cédulas do País desde 1942

O Banco Central anunciou que as novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 entram em circulação no País no segundo semestre de 2013. A chamada Segunda Família de cédulas foi lançada em fevereiro de 2010 com o objetivo de evitar falsificações. De acordo com o BC, as cédulas da Primeira Família do real continuarão valendo até a substituição integral.

As novas notas têm tamanhos diferentes das antigas, sendo que a de R$ 2 é a menor delas, com 12,1 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Já a de R$ 5 tem 12,8 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Todas as cédulas da Primeira Família do real tinham 14 centímetros de largura por 6,5 centímetros de altura. Segundo o BC, além dos tamanhos diferenciados, as novas cédulas possuem elementos de segurança mais modernos e mais fáceis de verificar.

As notas de R$ 50 e R$ 100 foram lançadas ainda em 2010, porque, segundo o governo, as antigas eram mais suscetíveis à falsificação. Já as cédulas de R$ 10 e R$ 20 entraram em circulação em julho de 2012. Com a chegada das notas de R$ 2 e R$ 5, a Segunda Família estará completa, fechando o ciclo das antigas notas do real, lançadas em 1994.

Confira todas as cédulas que circularam pelo País desde o cruzeiro, em 1942, passando por cruzeiro novo, cruzado, cruzado novo, cruzeiro real e real.


sábado, 1 de junho de 2013

1000 Reis - 1927


1000 Reis Brasil 1927
Em 1914, foi elaborado um ensaio para uma moeda de 2000 réis, com a figura da abundância - inspirada na obra Semeuse, de Roty - que acabou sendo utilizada nas moedas de 500 e 1000 réis de 1924 a 1931. O autor do ensaio foi João da Cruz Vargas e, sua sigla JV, aparece nessas moedas.

Difícil de notar, o monograma JV - se assemelha mais a um Y deitado pois o J está sobreposto ao V -, aparece em baixo relevo, ao lado direito do exergo(1), encostado à orla e um pouco abaixo da boca da cornucópia(2).

Esse detalhe, sendo em baixo relevo na moeda, existe em forma de fios finíssimos em alto relevo no cunho e, estando encostado no bordo, onde é maior a distensão(3) do metal durante a cunhagem, se gasta rapidamente a ponto de desaparecer.

Com isso, são encontradas moedas sem a sigla tornando-se uma variação apreciada pelos colecionadores. A quantidade de moedas sem sigla é muito inferior às com sigla.

O monograma JV aparece, também, no anverso da moeda. Dessa vez em alto relevo e já mais visível e protegido contra desgaste.

Fonte: Texto adaptado extraído de Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober;
SNB - Sociedade Numismática Brasileira, Abrahão Gitelman;
imagens: coleção Eduardo Rezende

(1) Exergo: Espaço inferior do campo da moeda, onde geralmente é posta a data da cunhagem, letra monetária ou sigla do gravador.
(2) Cornucópia: Símbolo da fertilidade, riqueza e abundância representado por um vaso em forma de chifre, repleto de frutas e flores.
(3) Distensão: Estiramento; tensão demasiada


sexta-feira, 31 de maio de 2013

2000 Réis de 1911

2000 Réis 1911 prata
I PADRÃO - 1° TIPO 1906 - 1912

Anverso: figura feminina representando a República; em sua cabeça, o barrete frígio (barrete da liberdade) ornamentado com louros.

Na orla, a legenda "República dos Estados Unidos do BRASIL"

Reverso: facial "2000 RÉIS"; na orla, o lema "Ordem e Progresso" e a indicação do peso da moeda em algarismos romanos.

Diâmetro: 33mm > prata 900 / 20g

As moedas trazem em algarismos romanos indicando o seu peso em prata (V, X e XX gramas). São numismas bem tradicionais da coleção do Brasil, sendo os 500 reis de 1911 e 1912 deste tipo muito escassos.

2000 réis:
1906 - 256.000 exemplares (há o rev. Invertido,o horizontal e a variante do "O" aberto em "ORDEM")
1907 - 2.683,000 exemplares (há o rev. Invertido,o horizontal e a variante do "O" aberto em "ORDEM")
1908 - 1.707,000 exemplares (há o rev. Invertido,o horizontal)
1910 - 584.500 exemplares
1911 - 1.928,500 exemplares (há o rev. invertido)
1912 - incerto

Curiosidade o Encilhamento:

segunda-feira, 30 de abril de 2012

DEZ CRUZEIROS


Getúlio Dornelles Vargas e a Era Vargas:

Cédula de 10 cruzeiros em homenagem ao Presidente Getúlio Vargas 
Anverso: Getúlio Dornelles Vargas (Presidente da República 1930-1945/1951-1954).
Reverso: Unidade Nacional. Existem outras de mesmo valor porém, com assinaturas de ministros diferentes.

Uma das figuras políticas mais importantes da História do Brasil

Foi o presidente que mais tempo governou o Brasil, durante dois mandatos. De origem gaúcha (nasceu na cidade de São Borja), Vargas foi presidente do Brasil entre os anos de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954. Entre 1937 e 1945 instalou a fase de ditadura, o chamado Estado Novo.

Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, após comandar a Revolução de 1930, que derrubou o governo de Washington Luís. Seus quinze anos de governo seguintes, caracterizaram-se pelo nacionalismo e populismo. Sob seu governo foi promulgada a Constituição de 1934. Fecha o Congresso Nacional em 1937, instala o Estado Novo e passa a governar com poderes ditatoriais. Sua forma de governo passa a ser centralizadora e controladora. Criou o DIP ( Departamento de Imprensa e Propaganda ) para controlar e censurar manifestações contrárias ao seu governo. Perseguiu opositores políticos, principalmente partidários do comunismo. Enviou Olga Benário , esposa do líder comunista Luis Carlos Prestes, para o governo nazista.


Realizações : criou a Justiça do Trabalho (1939), instituiu o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, também conhecida por CLT. Os direitos trabalhistas também são frutos de seu governo: carteira profissional, semana de trabalho de 48 horas e as férias remuneradas. GV investiu muito na área de infra-estrutura, criando a Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Vale do Rio Doce (1942), e a Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945). Em 1938, criou o IBGE ( Instituto brasileiro de Geografia e estatística). Saiu do governo em 1945, após um golpe militar.

O Segundo Mandato em 1950, Vargas voltou ao poder através de eleições democráticas. Neste governo continuou com uma política nacionalista. Criou a campanha do " Petróleo é Nosso" que resultaria na criação da Petrobrás.


O suicídio de Vargas em agosto de 1954, Vargas suicidou-se no Palácio do Catete com um tiro no peito.

Deixou uma carta testamento com uma frase que entrou para a história : "Deixo a vida para entrar na História." Até hoje o suicídio de Vargas gera polêmicas. O que sabemos é que seus últimos dias de governo foram marcados por forte pressão política por parte da imprensa e dos militares. A situação econômica do país não era positiva o que gerava muito descontentamento entre a população.



Fonte: http://www.suapesquisa.com/

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Numismática no Brasil

A numismática desenvolveu-se no Brasil, principalmente a partir do século XIX, seguindo em parte o modelo europeu.

A aristocracia teve papel fundamental para o desenvolvimento da numismática no Brasil, por ser a classe mais instruída e também por ter condições de formar coleções numismáticas, lembrando-se que na época as coleções deviam se formar basicamente de moedas greco-romanas. Temos também a contribuição especial do imperador Dom Pedro II, amante das artes e da história e que freqüentemente fazia viagens ao exterior donde trazia “lembranças”.


Casa da Moeda brasileira é uma das mais modernas do mundo

Quem nunca pensou em ter em casa uma máquina de fazer dinheiro? Veja o vídeo sobre a Casa da Moeda que mostra a tecnologia - e a arte - por trás das notas e moedas que usamos todos os dias. Conheça como está sendo feita a nova família de cédulas de Real e a modernização que fez da nossa Casa da Moeda a fábrica de dinheiro mais moderna do planeta. E veja uma cachoeira de moedas de fazer inveja ao Tio Patinhas.


Casa da Moeda - Parte I

Casa da Moeda - Parte II

Moeda no Brasil

Dom Sebastião, rei de Portugal, determinou a circulação de moedas portuguesas no Brasil em 1568, porém a partir dessa época as moedas eram o pau-brasil, o açúcar e o ouro, que formaram os ciclos econômicos no Brasil Colônia.

As primeiras moedas cunhadas no Brasil entraram em circulação nos anos de 1645, 1646 e 1654. Essas moedas foram colocadas em circulação pelos holandeses (neerlandeses), que controlavam Pernambuco e fizeram as moedas para pagamento de seus soldados.

Em 1694 cria-se a primeira casa da moeda na Bahia, que previa a cunhagem da grande diversidade de moedas que circulavam na América Portuguesa desde o fim da União Ibérica em 1640.

Entre 1695 e 1698 foram criadas as primeiras moedas para uso exclusivo na colônia. Durante e após esse período, existiram casas da moeda em Pernambuco, na Bahia e no Rio de Janeiro.

Na Casa da Moeda no Rio de Janeiro foram cunhadas em 1703 as primeiras moedas para uso no Reino Unido, portanto válidas também em Portugal.

Atualmente, a responsabilidade pela emissão de moeda-papel e moeda metálica é do Banco Central do Brasil, que delega à Casa da Moeda do Brasil a sua produção.

A Casa da Moeda do Brasil produz em média 2,4 bilhões de cédulas e 1,5 bilhão de moedas por ano.

A primeira sede da instituição foi construída na Praça da República, no centro do Rio de Janeiro.

Atualmente, a fábrica da Casa da Moeda fica no bairro de Santa Cruz, também no Rio de Janeiro.

Histórico das moedas no Brasil

  • Real (plural: réis) - de 1500 a 8.out.1834
  • Mil-réis - de 8.out.1834 a 1.nov.1942
  • Conto de Réis (equivalente a um milhão de réis, ou 1.000 mil-réis)
  • Cruzeiro - de 1.nov.1942 a 13.fev.1967
  • Cruzeiro novo - de 13.fev.1967 a 15.mai.1970
  • Cruzeiro - de 15.mai.1970 a 28.fev.1986
  • Cruzado - de 28.fev.1986 a 15.jan.1989
  • Cruzado novo - de 15.jan.1989 a 15.mar.1990
  • Cruzeiro - de 15.mar.1990 a 1.ago.1993
  • Cruzeiro real - de 1.ago.1993 a 1.jul.1994
  • Real (plural: reais) - de 1.jul.1994 até atualmente

Brasil - República Federativa do Brasil

200 réis
Moeda - 200 Réis 1870
Réis é o plural do nome das unidades monetárias de Portugal, do Brasil e de outros países lusófonos (singular: real).

Conto de réis é uma expressão adotada no Brasil e em Portugal para indicar um milhão de réis. Sendo um conto de réiscorrespondia a mil vezes a importância de um mil-réis que era a divisionária, grafando-se o conto por Rs. 1:000$000 ou R$ 1,000000 (sendo o real 1/1.000.000 de um conto-de-réis em representação matemática decimal atual), pois o réis tinha sua representação real-imperial em "milésimos-de-mil" contos-de-réis), sendo uma moeda de grande-valor intrínseco e imperial, com representatividade em aproximadamente oito gramas de ouro, como também assim o era a representação da libra esterlina também imperial, de então, tanto no Brasil como em Portugal e Algarves.

Em Portugal, por ocasião da proclamação da República, esta moeda foi substituída pelo escudo na razão de 1 escudo por mil-réis. Mesmo após a substituição do real pelo escudo, continuou a utilizar-se a expressão conto, agora para indicar mil escudos.

No Brasil, esta moeda foi substituída da mesma forma, pelo cruzeiro em 1942, na razão de 1 cruzeiro por mil-réis então circulantes.

Independência do Brasil

A NUMÁRIA DE 1922

Em 1922, é batida no Brasil a série dos 100 anos da independência do País, em 3 valores: 500, 1000 e 2000 réis. Todas com a efígie de D. Pedro I e do presidente à época, o 10º da República, Sr. Epitácio Pessoa.

moeda 1000 reis
Moeda - 1000 Réis Independência do Brasil
Em janeiro de 1822, D. João VI manda chamar de volta seu filho Pedro, então empecilho à recolonização. Apoiado pela classe dominante brasileira, desejosa de sua permanência, D. Pedro responde com a célebre frase: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."


Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

D. Pedro estava em viagem de Santos para São Paulo, quando recebeu a carta de D. João VI dissolvendo a assembléia Constituinte e exigindo seu retorno ao reino. Conforme a versão oficial da história, próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou: " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil, com o Titulo de D. Pedro I.

Cruzeiro

O Cruzeiro (Cr$) foi a moeda do Brasil de 1942 a 1967, de 1970 a 1986 e de 1990 a 1993. Sua adoção se deu pela primeira vez em 1942, durante o Estado Novo, na primeira mudança de padrão monetário no país, com o propósito de uniformizar o dinheiro em circulação. Um cruzeiro equivalia a mil réis. O Cruzeiro passou por uma reforma monetária no governo Castelo Branco, sendo temporariamente substituído pelo Cruzeiro Novo. A moeda voltou a ser substituída pela equipe do presidente José Sarney, com o Plano Cruzado; o Cruzeiro voltou a vigorar no governo Collor e foi definitivamente substituído pelo Cruzeiro Real em 1993.


Origem do nome

A primeira sugestão de "cruzeiro" para nome de moeda no Brasil foi feita pelo economista Carlos Inglês de Sousa em novembro de 1926 no seu livro Restauração da Moeda no Brasil, onde retomava sua preconização para a melhoração da moeda (já exposta em 1924 no seu outro livro A Anarquia Monetária e suas Conseqüências) e onde propunha se substituir a unidade milréis pela de Cruzeiro, se este for o nome escolhido (…) Esta é a primeira referência direta e documentada ao nome cruzeiro como nome de moeda de substituição ao mil-réis então em circulação.

Primeira edição:

moeda 1 cruzeiro 1945
Moeda - 1 Cruzeiro 1945
Vigente de 1 de novembro de 1942 a 12 de fevereiro de 1967.
Em 1 de novembro de 1942, foi introduzido pela primeira vez, cuja denominação se baseava na constelação do Cruzeiro do Sul, escolhido como símbolo da pátria, sendo que esta antiga moeda tinha o código ISO 4217 BRZ.
Em 13 de fevereiro de 1967, o Cruzeiro foi substituído pelo padrão transitório Cruzeiro Novo (NCr$) por conta do aumento da inflação.
O Cruzeiro Novo equivalia a mil Cruzeiros "antigos", como ficou denominada esta moeda.

Segunda edição:

1 cruzeiro 1970
Moeda - 1 Cruzeiro 1970
Vigente de 15 de maio de 1970 a 27 de fevereiro de 1986.
Em conclusão a reforma monetária iniciada em 1967, com a criação do padrão transitório Cruzeiro Novo, a partir do dia 15 de maio de 1970, foram colocadas novas cédulas em circulação.
A partir daí, houve a supressão da palavra "novo" e do N constante no símbolo da moeda então circulante, que voltou a se denominar apenas "Cruzeiro".
Esta moeda veio a circular até a criação do Cruzado (Cz$) em 28 de fevereiro de 1986. O código ISO 4217 desta moeda era BRB.

Terceira edição:

Vigente de 16 de março de 1990 a 31 de julho de 1993.
De 16 de março de 1990 a 31 de julho de 1993, durante o governo de Fernando Collor, o cruzeiro volta como unidade monetária nacional, mantendo, contudo, a equivalência com o padrão anterior - cruzado novo, quando, após um período de transição com o cruzeiro real, foi adotado o padrão em uso até hoje: o real (R$).
O código ISO 4217 desta moeda era BRE.

Cruzado (com centavos) – 28.02.1986

1 cruzado 1986
Moeda - 1 Cruzado 1986
O Decreto-lei nº 2.283, de 27.02.1986 (D.O.U. de 28.02.86), posteriormente substituído pelo Decreto-lei nº 2.284, de 10.03.1986 (D.O.U. de 11.03.86), instituiu o CRUZADO como nova unidade monetária, equivalente a um mil cruzeiros, restabelecendo o centavo. A mudança de padrão foi disciplinada pela Resolução nº 1.100, de 28.02.1986, do Conselho Monetário Nacional.
Exemplo: Cr$ 1.300.500 (um milhão, trezentos mil e quinhentos cruzeiros) passou a expressar-se Cz$ 1.300,50 (um mil e trezentos cruzados e cinqüenta centavos).
Valor: R$1,00

Cruzado foi a moeda criada no Brasil pelo Plano Cruzado em 28 de Fevereiro de 1986, como parte de um pacote de medidas para tentar conter a inflação.

O nome foi inspirado no de uma antiga moeda portuguesa de ouro, que tinha o valor aproximado de 400 réis e que circulou nos tempos em que o Brasil ainda era uma colônia de Portugal.

A partir de meados da década de 1970, houve um intenso processo inflacionário que atingiu o seu cume no início dos anos 1980, sendo que este desajuste acabou prevalecendo durante a curta existência do Cruzado, contribuindo para que a década de 1980 ficasse conhecida no Brasil como a "Década Perdida".